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O Manduvi (Sterculia apetala) é uma árvore da família Malvaceae também conhecido como amendoim-de-bugre e amendoim-de-arara.
Árvore de grande porte, com distribuição tropical e de crescimento rápido. A madeira, em seu cerne, apresenta coloração marrom-avermelhada e alburno amarelo-claro (entenda-se a parte periférica do tronco, geralmente de cor mais clara do que a parte central, constituída por células vivas com função de condução de água). Os anéis de crescimento são bem distintos para a contagem de sua idade.
Esta árvore é uma espécie-chave para a preservação da arara-azul no Pantanal brasileiro e por duas razões. Primeiro porque essas aves utilizam, em 94% dos casos, as cavidades existentes nesta espécie arbórea para fazer seus ninhos. Além disso, tem as sementes, que são consumidas em grande quantidade pelas araras.
O manduvi é uma árvore de grande porte, mas vem também diminuindo em quantidade na natureza em função do manejo inadequado dos habitats, o que pode estar comprometendo a espécie. Além disso, as sementes torradas são consideradas uma iguaria pelos nativos da região, que também fazem grande uso delas. É pressão para todo lado, fora as queimadas, as derrubadas e as próprias intempéries.
Além das araras-azuis, fazem uso de seu refúgio o gavião-relógio, o urubu-comum, o pato-do-mato e a arara-vermelha, entre outras aves.
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Araras, papagaios, periquitos, tuins, patos-do-mato, tucanos entre outros… É o principal alimento da arara-azul-grande no Pantanal Matogrossense.
Esta árvore é uma espécie-chave para a preservação da arara-azul no Pantanal brasileiro e por duas razões. Primeiro porque essas aves utilizam, em 94% dos casos, as cavidades existentes nesta espécie arbórea para fazer seus ninho - vide foto abaixo.
Natural do Brasil. Ocorre no Pantanal, dentro de manchas (capões) e de corredores (cordilheiras) de floresta semi-decídua não-inundável.